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	<title>Portal da Cinofilia &#187; Saúde</title>
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		<title>Porque o meu cachorro tem diarréia?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 12:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diarréia é uma condição extremamente comum que afeta cães de todas as idades.  Se o seu cachorro está com as fezes soltas, indica que algo não está certo com seu intestino.  FEZES MOLES podem ter muitas causas, algumas mais graves do que outras.  Abaixo 6 motivos  para o desenvolvimento de diarréia em cães: 1 - Ingestão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A diarréia é uma condição extremamente comum que afeta cães de todas as idades.  Se o seu cachorro está com as fezes soltas, indica que algo não está certo com seu intestino.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/11/shih-tzu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1964" title="shih tzu" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/11/shih-tzu.jpg" alt="" width="400" height="246" /></a></p>
<p><strong> FEZES MOLES</strong> podem ter muitas causas, algumas mais graves do que outras.  Abaixo 6 motivos  para o desenvolvimento de diarréia em cães:</p>
<p><strong>1 -</strong> Ingestão de comidas estragadas ou comidas que ele não estava acostumado a comer </p>
<p><strong>2 -</strong> Mudança brusca de ração. A troca deve ser feita gradativamente </p>
<p><strong>3 -</strong> Vermes e protozoários. Isso também pode ser prevenido usando um vermífugo eficaz </p>
<p><strong>4 -</strong> Estresse e ansiedade  </p>
<p><strong>5 -</strong> Reação alérgica </p>
<p><strong>6 -</strong> Infecção virótica  </p>
<p><strong> O QUE fAZER ACASO O CÃO ESTIVER COM DESARRANJO INTESTINAL? </strong> Se ele está debilitado, deprimido e não está interessado no que está acontecendo ao seu redor, você precisa levá-lo ao veterinário.  Se ele tem uma doença grave como o parvovírus, ele vai responder melhor ao tratamento durante os primeiros estágios da infecção:. Nota: se houver sangue na diarreia, ele precisará de atenção veterinária.</p>
<p><strong>AGORA</strong> muitos cães desenvolvem a diarréia e, não ficam apáticos.  Se for esse o caso do seu cão, tão logo você começará a ver suas fezes começarem a se firmar.  Uma boa idéia é pular a próxima refeição para dar tempo para seu intestino se estabelecer e, posteriormente, deve ser introduzido os alimentos, dando-lhe 3 ou 4 pequenas refeições  ao longo do dia.  Peito de frango e arroz branco (todos cozidos) são os ideais.  Se, a diarréia persistir por mais de um dia, ou se ele adoecer é hora de chamar o seu veterinário.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aperitivo para festa de cachorro &#8211; Almôndegas Buldoguesas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 14:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que tal fazer uma festa ao seu cão e chamar toda a cachorrada dos seus amigos para participar. Afinal, um dia de aniversariante tem que ser especial, mesmo tratando-se do seu animalzinho de estimação. Hoje você irá aprender a fazer um aperitivo para a festa do aniversariante canino que são as deliciosas ALMÔNDEGAS BULDOGUESAS, cujo o nome teve  origem devido ao seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #ff6600;">Que tal fazer uma festa ao seu cão e chamar toda a cachorrada dos seus amigos para participar. Afinal, um dia de aniversariante tem que ser especial, mesmo tratando-se do seu animalzinho de estimação.</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Hoje você irá aprender a fazer um aperitivo para a festa do aniversariante canino que são as deliciosas ALMÔNDEGAS BULDOGUESAS, cujo o nome teve  origem devido ao seu formato que lembra um Buldogue. Eles irão adorar, confira:</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/ALMÔNDEGAS-BULDOGUESAS.jpg"><span style="color: #ff6600;"><img class="alignleft size-full wp-image-1682" title="ALMÔNDEGAS BULDOGUESAS" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/ALMÔNDEGAS-BULDOGUESAS.jpg" alt="" width="320" height="197" /></span></a><span style="color: #ff6600;">Ingredientes:</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">Meio kilo de carne moída<br />
Meia xícara de migalhas de pão de trigo integral<br />
1 cenoura ralada<br />
1 ovo batido<br />
1 colher/sopa de queijo ralado<br />
1 colher/chá de extrato de tomate<br />
Meia colher/chá de alho em pó</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #ff6600;"> </span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #ff6600;">Modo de preparo</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">Pré-aqueça o forno. Misture bem todos os ingredientes. Enrole como se fosse fazer almôndegas. Coloque em um tabuleiro untado, Levando ao forno por 15 minutos ou até o aperitivo canino ficar dourada e firme. Esfrie e leve à geladeira.</span></p></blockquote>
<p><span style="color: #ff6600;"> </span></p>]]></content:encoded>
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		<title>Colostro, primeira defesa do filhote</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ato em que os filhotes nascem eles já são capazes de localizar as glândulas mamárias da mãe e iniciam a amamentação. Nos primeiros momentos de vida, o filhote mama o colostro, um leite que é rico em anticorpos. O colostro com sua proteção de anticorpos flui somente nas primeiras 36 a 48 horas após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/greyhound-filhote.jpg"><img class="size-full wp-image-1678  aligncenter" title="greyhound filhote" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/greyhound-filhote.jpg" alt="" width="576" height="384" /></a></p>
<p><strong><span style="color: #333333;">No ato em que os filhotes nascem eles já são capazes de localizar as glândulas mamárias da mãe e iniciam a amamentação. Nos primeiros momentos de vida, o filhote mama o colostro, um leite que é rico em anticorpos.</span></strong></p>
<p>O colostro com sua proteção de anticorpos flui somente nas primeiras 36 a 48 horas após a fêmea prenha dar à luz. De modo que os filhotes só adquirem imunidade deste primeiro leite se forem amamentados durante este espaço de tempo, e, se tiverem menos de dois dias de vida. Depois disso, não faz nenhuma diferença quanto ou como se alimentam, a verdade é que não receberão mais nenhum anticorpo.</p>
<h3><span style="color: #000000;"><span style="color: #800000;"><span style="text-decoration: underline;">Niveis de proteção do Colostro</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000;">A quantidade de imunoglobinas (anticorpos) que se acham presentes no primeiro leite (colostro) é diretamente proporcional aos níveis de anticorpos presentes na mãe. Fala-se freqüentemente em teste de &#8220;títer&#8221; como um método para se quantificar os níveis de anticorpos que cachorro apresenta. Neste sentido são feitos testes no sangue do cão, e em termos simples, quanto mais alto for o titer, maior a quantidade de anticorpos presentes. Mães com alto titer passam maiores concentrações de anticorpos através da placenta e do colostro. Como conseqüência, filhotes que tomam este leite com quantidades maiores de anticorpos são propensos a absorver mais anticorpos, e então, ter concentrações mais altas no sangue. Recém-nascidos que iniciam com níveis mais altos destas moléculas no colostro, carregam consigo proteção por períodos mais longos de tempo. Isto explica por que se deseja assegurar que cadelas tenham uma alta concentração de anticorpos antes acasalar: poderão assim passar mais proteção para a sua prole. Sua descendência possuirá níveis mais altos de proteção por períodos mais longos de tempo contra <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> que comumente vacinamos, tais como Cinomose (CVD), Parvovirose e Coronavirose.</span></p>
<h3><span style="color: #800000;"><span style="text-decoration: underline;">Janela de Suscetibilidade</span></span></h3>
<p>A idade em que um filhote pode ser imunizado está relacionado à quantidade de proteção de anticorpos que recebeu de sua mãe. Altos níveis de anticorpos materno presente na circulação sangüínea de um filhote bloqueiam a efetividade de uma vacina. Quando os anticorpos materno decaem a níveis bastante baixos no filhote, a imunidade (proteção contra doença) pode ser estimulada através de vacinação.</p>
<p>Os anticorpos da mãe geralmente circulam no sangue do recém-nascido durante várias semanas. Há, um período de tempo que perdura por dias, até semanas, no qual os anticorpos maternos estão em níveis muito baixos para prover proteção contra <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a>, mas, suficientemente altos para permitir que uma vacina exerça sua função. Este período é chamado de <strong>&#8220;janela de suscetibilidade&#8221;</strong>. É um período de tempo em que, apesar do filhote já poder estar vacinado, ainda poderá contrair doença.</p>
<p>A duração da &#8220;janela de suscetibilidade&#8221; é diferente em cada ninhada, e mesmo entre os próprios filhotes da ninhada. Um estudo feito com diferentes filhotes de cães mostrou que a idade na qual eles estavam aptos, isto é, em condições de responder a uma vacina e desenvolver proteção (tornar-se imunizados) estendeu-se por um longo período de tempo. Com seis semanas de vida 25% dos filhotes estavam imunizados. Ao atingir nove semanas de vida, 40% dos filhotes mostraram-se aptos a responder à vacina e estavam protegidos. O número de filhotes imunizados alcançou os 60% na décima sexta semana, e 95% ao atingir a décima oitava semana de vida.</p>
<p>Portanto, é praticamente impossível determinar quando na presença de imunidade passiva um filhote de cão deva ser vacinado. Há muitas variáveis envolvidas. Mesmo se fizéssemos testes de sangue neles, cada animal da ninhada provavelmente teria um titer diferente. Alguns podem ter absorvido mais anticorpos, os anticorpos podem ter decrescido mais rapidamente em outros, ainda alguns podem ter usado uma porção dos anticorpos adquiridos em confronto com bactérias ou vírus patógenos. Ademais, um animal jovem pode ter um titer protetor (nível de anticorpos) para combater uma doença, mas não o suficiente para outra.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aprenda a fazer biscoitos para cachorro</title>
		<link>http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/2010/08/03/aprenda-a-fazer-biscoitos-para-cachorro/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 20:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda semana o Portal da Cinofilia trará uma receitinha canina que os cães irão adorar e, que, podem até ser uma renda extra para você.  Hoje iremos aprender como fazer deliciosos biscoitos para cachorro. Aí vai a receita: Método de preparação 250 gramas de farinha de trigo 125 gramas de farinha de soja 60 gramas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #993300;">Toda semana o Portal da Cinofilia trará uma receitinha canina que os cães irão adorar e, que, podem até ser uma renda extra para você.</span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><img title="biscoito para cachorro" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/biscoito-para-cachorro.jpg" alt="" width="400" height="246" /></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong> Hoje iremos aprender como fazer deliciosos biscoitos para cachorro. Aí vai a receita:</strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Método de preparação</span></strong><br />
250 gramas de farinha de trigo<br />
125 gramas de farinha de soja<br />
60 gramas de fubá<br />
1 colher/chá de farinha de osso (ou equiv. de 750 mg. de cálcio)<br />
125 gramas de sementes de girassol ou de abóbora<br />
1/2 colher/chá de alho em pó (opcional)</p>
<p>_____________________________</p>
<p>Misture todos estes ingredientes, e, em seguida, misture separadamente:<br />
1 colher/sopa de melaço<br />
½ litro de leite misturado com 2 ovos</p>
<p>_____________________________</p>
<p>Posteriormente, combine tudo com a outra mistura. Deve ser uma massa dura. Vire a massa sobre uma superfície enfarinhada e sove por alguns minutos. Deixe a massa descansar por uma hora ou mais. Abra a massa com um rolo e corte-as em formas desejadas. Asse em forno por 30 minutos. Desligue o  forno e deixe os biscoitos esfriar.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Na Próxima semana</span></strong> &#8211; ensinaremos como fazer um delicioso aperitivo para Festa de Cachorro</p>]]></content:encoded>
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		<title>Cachorro também sofre de rinite</title>
		<link>http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/2010/07/30/cachorro-tambem-sofre-de-rinite/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 17:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros freqüentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados. Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/alergia-respiratoria-em-cao2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1475" title="alergia respiratoria em cao2" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/alergia-respiratoria-em-cao2.jpg" alt="" width="250" height="245" /></a>É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros freqüentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados.</strong></span></p>
<p>Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.</p>
<p>A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.</p>
<p>O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.</p>
<p><strong>Cuidados a serem tomados</strong><br />
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.</p>
<p>Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.</p>
<p>Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.</p>
<p><strong>Por Redação Portal da Cinofilia<br />
São Paulo/SP</strong></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Obesidade e estresse aumentam em cães</title>
		<link>http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/2010/07/29/obesidade-e-estresse-aumentam-em-caes/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa realizada na Grã Bretanha, cães estão ficando cada vez mais estressados e gordos.   As mudanças na rotina de vida canina estão entre as causas dos problemas. Fenômeno atribuído à falta de exercício e uma dieta exagerada e desequilibrada. Um quarto dos cães sofre de estresse, depressão e hiperatividade, pois as grandes metrópoles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/cachorro-obeso.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/cachorro-obeso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1452" title="cachorro obeso" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/cachorro-obeso.jpg" alt="" width="400" height="246" /></a></p>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Segundo pesquisa realizada na Grã Bretanha, cães estão ficando cada vez mais estressados e gordos.</span></h1>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"> </span></h1>
<p>As mudanças na rotina de vida canina estão entre as causas dos problemas. Fenômeno atribuído à falta de exercício e uma dieta exagerada e desequilibrada.</p>
<p>Um quarto dos cães sofre de estresse, depressão e hiperatividade, pois as grandes metrópoles estão crescendo na vertical tornando nossos fiéis amigos mais sedentários.</p>
<p>Outro fator, ocasionado pelos tempos modernos, tendo em vista que a grande maioria dos homens e mulheres trabalham, e, com isso, os cães ficam sozinhos gastando menos energia e, assim, perdem poucas calorias. Muita às vezes esta realidade mexe até com o <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/psicologia/comportamento/">comportamento</a> emocional do cão.</p>
<p>O ideal é levar o cachorro para passear, no mínimo, por uma vez ao dia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dog-sitters.jpg"><img class="size-full wp-image-1453  aligncenter" title="dog-sitters" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dog-sitters.jpg" alt="" width="400" height="273" /></a></p>
<p>Atualmente, existe uma nova profissão no cenário pet, são os dogwalkers ou dog-sitters, mais conhecidos como passeadores de cachorros. Estes profissionais vão até a sua residência, retiram seu cão, levando – o a ter um momento de lazer, caminhando com ele por um período médio de 40 minutos, respeitando os limites e a idade de cada animal.  O preço pode variar de acordo com cada profissional.</p>
<p><strong>Por Redação Portal da Cinofilia<br />
São Paulo/SP</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>7 receitas caseiras para tratar seu cachorro</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 17:12:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os remédios naturais podem acabar com diversos tipos de problemas nos cães, como por exemplo: alergia, pulgas, resfriados, ansiedade etc&#8230; Abaixo algumas dicas: 1 – Pulgas: chá de arruda para repelir pulgas do seu cachorro, pingar uma gota de chá de arruda na pele do mesmo. 1. Sarna Remédio natural: melão amargo (ou melão-de-são-caetano) É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dogue-de-bordeaux.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1380" title="dogue de bordeaux" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dogue-de-bordeaux.jpg" alt="" width="320" height="197" /></a>Os remédios naturais podem acabar com diversos tipos de problemas nos cães, como por exemplo: alergia, pulgas, resfriados, ansiedade etc&#8230; Abaixo algumas dicas:</p>
<p><strong>1 – Pulgas: chá de arruda</strong><br />
para repelir pulgas do seu cachorro, pingar uma gota de chá de arruda na pele do mesmo. 1. Sarna Remédio natural: melão amargo (ou melão-de-são-caetano) É necessário fazer o tratamento por três semanas. Dê um banho normal no cachorro semanalmente, secando com toalha e secador. Posteriormente, aplique o suco puro do melão. Deixe agir por 10 minutos (atenção!: o cachorro não pode lamber, é tóxico!), enxágue bem e seque.</p>
<p><strong>2. Aumente a imunidade do seu cachorro Remédio natural: aveia</strong><br />
Se ele estiver adoentado, misture na ração entre 1 e 2 col. (café, chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do cachorro). Mas atenção, a aveia poderá ocasionar diarréia no cão! Nesse caso, use o chá das folhas.</p>
<p><strong>3. Acabe com cólicas e desintoxique seu cachorro Remédio natural: água de arroz e chá de erva-doce</strong><br />
A água de arroz ajuda a desintoxicar e o chá alivia cólicas. Lave arroz cru (use de cada vez um copo de água para cada ½ xícara de arroz comum) e separe a terceira passagem da água. Coloque numa seringa sem agulha e dê um pouquinho do líquido várias vezes ao dia. Intercale o remedinho com chá de erva-doce, que alivia as cólicas.</p>
<p><strong>4. Para acalmar cachorros que ficam sozinhos Remédio natural:</strong> <strong>folhas de maracujá (passiflora)</strong><br />
Numa panela sem tampa, ferva por 10 minutos de 3 a 5 g de folhas de maracujá em 250 ml de água. Quando esfriar, misture esse chá na água que o animal bebe.</p>
<p><strong>5. Espantar parasitas, como pulgas e carrapatos Remédio natural: arruda </strong><br />
Primeiramente, prepare uma infusão com 20g de folhas de arruda em 1 litro de água quente (sem ferver) e use como a última água de enxágue. Deixe secar naturalmente. Galhos da erva-de-santa-maria sob a cama deles agem como repelente.</p>
<p><strong>6. Cicatrização mais rápida para pequenos machucados Remédio natural: couve Coloque uma folha de couve macerada</strong><br />
Coloque uma folha de couve macerada sobre o ferimento. Mas, se ele insistir em comer o curativo, use o plano B: deixe a couve pra lá e misture 1 parte de tintura de calêndula em 2 partes de água fervida e filtrada e passe no machucado de três a quatro vezes ao dia.<br />
<strong><br />
7. Aliviar sintomas de gripes, resfriados e tosses Remédio natural: guaco </strong><br />
O veterinário já deu o diagnóstico? Então prepare o xarope: ferva 6 folhas picadas de guaco em ½ litro de água, coe, misture o suco de 1 limão e adoce com 3 col. (sopa) de mel puro. Dê 1 col. (de chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do bicho), de três a quatro vezes ao dia. Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.</p>
<p><strong>Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Osteomielite em cachorro, o que é isso?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 18:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Osteomielite refere-se a uma infecção óssea que tem sua origem na cavidade do osso conhecida como cavidade medular, na forma aguda. Uma forma mais crônica origina-se no periósteo e leva à formação de abscessos que se abrem na pele. Etiologia – a forma aguda surge quando a bactéria piogênica consegue entrar na medula óssea tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Osteomielite refere-se a uma infecção óssea que tem sua origem na cavidade do osso conhecida como cavidade medular, na forma aguda. Uma forma mais crônica origina-se no periósteo e leva à formação de abscessos que se abrem na pele.</p>
<p><strong>Etiologia –</strong> a forma aguda surge quando a bactéria piogênica consegue entrar na medula óssea tanto através da transferência sanguínea como por vias de fraturas compostas. O osteomielite crônica pode desenvolver-se quando as infecções chegam no periósteo e podem seguir ferimentos puncturados ou mordidas. Os principais organismos piogênicos que estão associados a esta doença são os estafilococos e, a uma menor extensão, os estreptococos.</p>
<p><strong>Sinais clínicos –</strong> a doença aguda é caracterizada pelo animal mancar, por sintoma febril e inchaço do membro afetado. A formação do abscesso com excreção purulenta é frequentemente o sinal precoce da forma crônica, e os sinais de febre são muito menos evidentes. O exame de raio X é aconselhável em casos duvidosos.</p>
<p><strong>Redação Portal da Cinofilia<br />
São Paulo/SP</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Genética canina</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 16:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certamente, o planejamento da criação de cães teve como objetivo desenvolver programas para produzir linhagens de animais com físico específico e traços de saúde que causou o desenvolvimento de aproximadamente 300 raças distintas de cães. Isto conduziu, por necessidade, à prática comum de produzir animais com aparência aproximada e com consangüinidade relacionada. Devido à falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente, o planejamento da criação de cães teve como objetivo desenvolver programas para produzir linhagens de animais com físico específico e traços de <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/">saúde</a> que causou o desenvolvimento de aproximadamente 300 raças distintas de cães. Isto conduziu, por necessidade, à prática comum de produzir animais com aparência aproximada e com consangüinidade relacionada.</p>
<p>Devido à falta da rigorosa seleção para remover desordens genéticas que se seguiram a certas coberturas inadequadas, muitas raças caninas, não inesperadamente são caracterizadas por algumas <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> genéticas, muitas das quais são herdadas como traços recessivos ou aparentemente complexos autossômicos.</p>
<p>Um certo número destas de <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> assemelham-se a similares desordens humanas, e são, assim, prováveis serem as mesmas no nível dos genes. Até recentemente, havia poucos reprodutores uniformes, o criador mais informado ou o veterinário poderia fazer uma avaliação para saber exatamente a probabilidade que todo cão tinha para transmitir a sua prole, como portador de mutações genéticas que proporcionaria uma predisposição para a transmissão de certa doença.</p>
<p>Mas devido à recente disponibilidade de marcadores moleculares para o genoma canino, e um detalhado mapa genético canino, o estudioso de genética molecular veterinária está surgindo. Em conseqüência nós estamos nos primórdios de uma era marcada pelo regresso com o cuidado com a <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/">saúde</a> canina.</p>
<p><strong>Teste de Genética Canina </strong></p>
<p>Os seguintes capítulos focalizam as características descritivas de muitas <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> caninas, se bem que os recentes avanços na biologia molecular canina permitem que nós conheçamos estas <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a>. Este sumário devem ser posto no contexto de onde o campo genético molecular canino for dirigido.</p>
<p>Nos meses de pesquisa nós verificamos que os diagnósticos dos testes genéticos apontaram para muitas <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> caninas comuns, como são agora: como é o caso da degeneração atrofia progressiva retinal do cone da haste e a doença de Von Willibrands. Os criadores terão a opção, e em alguns casos a responsabilidade, de fazer testes chaves nos seus cães antes de implantar um programa de reprodução para determinar o status do portador para alguma variedade de desordens hereditária.</p>
<p>Ao cuidadoso uso de tais testes e a correta interpretação dos dados, espera-se que poderá reduzir rapidamente a presença de <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> específicas em algumas raças.</p>
<p>No caso o mais simples um cão será identificado claramente como portador ou estando &#8220;desobstruído&#8221; de uma desordem genética particular, e o criador que o melhor curso de ação seja a rápida inclusão desse cão no programa produção.</p>
<p>Este é o cenário mais simples, entretanto, em alguns casos, não são inteiramente cobertos pelos intrínsecos testes genéticos. Haverá as situações onde os resultados dos testes serão ambíguos e não conclusivos, por isso não serão claros quanto a pergunta se o cão provavelmente contribuiria com um deteriorado fundo genético para a sua prole. Haverá as situações as questões sobre o teste não serão inteiramente informativas para os cães sob certa consideração e duras decisões terão que ser feitas sobre uma informação limitada. Além disso, como nós aprendemos sobre o que foi aplicado nos testes genéticos humanos, haverá muitas situações onde uma simples alteração molecular será anotada num portador potencial, mas nós não estaremos suficientemente informados sobre a proteína de modo a questionar para saber se a variação molecular é deteriorada ou não. Tais mudanças do lugar comum incluem a adição ou a substituição de um aminoácido particular numa região da proteína cuja função não seja bem compreendida.</p>
<p>A experiência na genética humana diz-nos que tais alterações do germine são relevantes se forem partes funcionais dentro das proteínas carregadas, mas freqüentemente são totalmente irrelevantes se forem codificadas em partes não essenciais ou proteínas redundantes. Em tais situações há pouca informação útil a ser colhida sobre um cliente canino.</p>
<p>Além das difíceis circunstâncias mencionadas acima, haverá os casos em que um cão verdadeiramente extraordinário, considerado um exemplo no que tange o padrão da raça, seja considerado portador de um traço altamente indesejável. Em tais situações os proprietários serão forçados a fazer difíceis escolhas sobre as maneiras em que seus programas de produção deverão ser mais bem modificados e as implicações sobre como os fatores sorte e riscos serão considerados e se estarão dispostos fazer exame. Em tais circunstâncias os criadores provavelmente receberão dos pesquisadores veterinários e de sues colegas o conselho para prosseguir. Os clientes esperarão a avaliação exata de risco para seus cães e desejarão receber a orientação de como prosseguir de melhor forma nos seus programas de reprodução.</p>
<p>É importante manter em mente que todos os traços não são amaináveis aos testes genéticos. Muitos traços de interesse aparecem como de origem complexa, com diversos genes preditos para contribuir em maior ou menor extensões ao fenótipo final. Tais traços aparecem freqüentemente na população com significativa variação no fenótipo. Tal variação também pode acontecer devido a uma incompleta ou parcial penetração de uma mutação, traços notoriamente de difícil de detecção. Uma vez compreendido, o desenvolvimento dos complexos testes para traços genéticos pode ainda ser muito difícil certas averiguações, porque pode ser quase impossível predizer como um subconjunto dos genes se comportará em um particular plano genético.</p>
<p>Será responsabilidade do veterinário auxiliar o seu cliente a compreender a relação de risco/beneficio de manter um cão em certas circunstâncias particulares reproduzindo no seu programa de procriação.<br />
<strong><br />
O genoma e o mapa canino </strong></p>
<p>Para a maioria das <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> caninas, a causa genética subjacente ainda não foi determinada. Tal informação somente pode ser atingida depois de uma cuidadosa TELA do genoma inteiro nos pedigrees dos cães que carregam a doença do questionamento.</p>
<p>Até recentemente, tais TELAS foram quase impossíveis de serem conduzidas por causa da falta de informações sobre o genoma canino. O genoma canino foi historicamente muito difícil de estudar; o cão tem 38 pares de cromossomos, a maioria dos quais são pequenos e acrocêntricos, fazendo a difícil análise citogenética. Usar bordas de alta-resolução de cromossomos da metáfase dos fibroblastos do cão, foi descrito um ideograma de 460 faixas do genoma do cão. Os padrões para a identificação do cromossomo por G-bordas foram estabelecidos pelo Comitê englobando os 22 principais autossomas caninos para o cariótipo estandardizado do cão (Switowski et al., 1997).</p>
<p>Os mapas dos cromossomos são necessários para determinar o relacionamento evolucionário entre genomas, e para determinar os relacionamentos sintênico entre mamíferos. Um mapa genético, entretanto, é necessário para traçar os genes que acusam falsos traços de interesse.</p>
<p>Um mapa genético é um registro da distância que existe entre marcadores cuja medida varia em função da recombinação genética.</p>
<p>Um marcador é um curto segmento do DNA que varia entre um par de chromosomes combinados.</p>
<p>Porque todo o indivíduo dado tem duas cópias para cada cromossomo, cada um tem uma função individual, pela definição, dois alelos para cada marcador.</p>
<p>Se os alelos herdados dos pais forem idênticos, os indivíduos são homozigotos para esse marcador.</p>
<p>Os marcadores estão considerados informativos se houver população de alelos suficientes de forma que a maioria dos acoplamentos permita que a interação dos cromossomos (ou das regiões dos cromossomos) esteja seguindo a linha de um avô paterno.</p>
<p>Se a freqüência mais comum do alelo que aparece na população for menor que 95%, o marcador consultado estará então na condição de polimórfico</p>
<p>Os melhores testes genéticos são aqueles compostos de marcadores muito informativos, nestes casos são prováveis de serem úteis na investigação das <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a>, pelo estudo dos cromossomos testados na maioria de pedigrees.</p>
<p>Se um marcador e um gene forem situados fisicamente próximos ao mesmo cromossomo, os alelos em cromossomos homólogos serão herdados em um número significativo pela prole e isso pelo fato de estarem ligados. Se dois marcadores ficarem situados distantes no mesmo no mesmo cromossomo ou em cromossomos diferentes, seus alelos serão herdados independentemente, sem nenhuma associação com uma outra, e desligados.</p>
<p>A tarefa em traçar genes na doença genética é encontrar os marcadores polimórficos que são ligados aos loci da doença.</p>
<p>Para uma determinada região do genoma a probabilidade de um evento de recombinação genética ocorrer entre um par de marcadores ou do marcador de um gene de doença é proporcional à distância entre eles. Esta probabilidade é expressa como uma fração da recombinação ou, nas unidades chamadas de centiMorgans (m).</p>
<p>Uma recombinação de um por cento é igual ao cM, que corresponde aproximadamente a milhão pares baixos no genoma humano.</p>
<p>Os marcadores com o melhor e maior valor preditivo são aqueles que são localizados muito próximos do gene da doença investigada. Freqüentemente faz-se um exame intenso dos anos de pesquisa do próprio marcador ligado ao real gene da doença. Mas se os marcadores forem definidos como próximos ao gene da doença investigada (entre alguns milhões pares baixos), os apropriados testes genéticos prontamente podem ser desenvolvidos.</p>
<p>Atualmente, a maioria dos mapas genéticos dos mamíferos é composta por marcadores microsatélites.</p>
<p>Microsatélites são pequenos estiramentos repetitivos, geralmente de não codificados com o DNA polimórfico que pode ser seguido usando a reação em cadeia polimerase (PCR).</p>
<p>São ótimos para a construção de mapas genéticos por diversas razões.</p>
<p>Primeiramente, são freqüentes e distribuídos aleatoriamente; há diversas das milhares disposições comuns de repetição (por exemplo (CA)n, (GATA)n, ou (CAG)n) dispersado durante todo o genoma canino.</p>
<p>Daqui, a coleção de um grande número de marcadores para a construção do mapa ou para o teste genético é um exercício relativamente direto. Em segundo, a taxa em que mutações geram alelos novos de variação é não trivial &#8211; entre 10 – 2 a 10 &#8211; 5, significando que há bastantes alelos na população que todo marcador verificado tem boa possibilidade de ser altamente informativo na maioria dos estudos traçados, mesmo estudos que envolvem famílias de inbreeding relativo.</p>
<p>Não obstante, são suficientemente estáveis que o vínculo das seções adjacentes dos cromossomos confiantemente podem ser seguidos através de diversas gerações de uma mesma família com elevada exatidão.</p>
<p>A versão atual do mapa ostenta quase 400 marcadores de microsatélites. A distância comum entre marcadores no mapa é 9 cm e o acoplamento se agrupa a favor de um cálculo com cobertura superior a 95% do genoma.</p>
<p>Então, o mapa resultante é de densidade suficiente para iniciar a cartografia das características de interesse.</p>
<p>O Mapa Canino usa uma tela de genoma para identificar um locus de doença, e envolve a análise do DNA de famílias apropriadas que usam marcadores espaçados sobre todo 10cM.</p>
<p>O resultado de tal tela, se próspera, será a identificação de loci de cromossomo onde é provável que genes de interesse sejam identificados. Uma recente tela de genoma mostrou com sucesso a cartografia da progressiva degeneração de “rod-cone” (prcd) locus canino para o cromossomo 9.</p>
<p>prcd é o retinal hereditário mais difundido que conduz à cegueira os cães e, pelo menos fenotipicamente, é a contrapartida canina da retinite pigmentosa (RP) doença de humanos. Em esforços prévios para identificar o locus genético para prcd, o homologo canino para muitos dos genes é ocasionalmente associado com RP em humanos, como RHO, PDE6B, e RDS/periférico, foi excluído como sendo o gene de prcd. Recentemente, digitando múltiplos informativos de genealogias com marcadores de microsatélite que atravessam o genoma canino localizaram prcd próximo do centrométrico terminal do cromossomo canino 9 (CFA9) (Acland et al., 1997).</p>
<p>A relação conservada, ou sintenico, desta região de CFA9 e distal cromossomo humano 17q estabelece homologia potencial de locus de prcd no cão com RP17, um locus de retinites pigmentosa humana para a qual nenhum gene ainda foi identificado.</p>
<p>Isto marca prcd como o primeiro lócus, da doença canina, nomeado por análise de acoplamento genética a um cromossomo canino diferente do X. Porque foram identificados marcadores que estava perto do gene da doença, diagnósticos estão agora em desenvolvimento e podem ser usados para predizer com precisão a probabilidade de um determinado cão ser portador. Além disso, a cartografia de prcd foi o primeiro autossomal canino agregado ao locus encontrado por análise de acoplamento para qual o humano homólogo pode ter em identificadas regiões de cromossomos de rato. Isto significa que genes no cromossomo humano 17q densamente traçado servem agora como genes candidatos para prcd.</p>
<p>A prática de acoplamento para definir genes de <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> caninas é usado para a evolução do mapa canino, segue uma seleção de genes de candidatos na região sintenico humana densamente traçado nos genomas de rato, é esperado que haja aumento da taxa à qual o loci da doença canina é dramaticamente clonado e eventualmente seqüenciado.</p>
<p>O sumário progresso que ocorre neste campo da genética caninas propiciará a identificação de genes que estão sob muitas das características herdadas que fazem em <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/noticias/geral/">geral</a> para o cão um recurso sem igual para o estudo da genética dos mamíferos (Giniger e Ostrander 1997). Porém, um entrave para esta promessa é o fato que uma próspera tela de genoma só é provável se o dados clínicos subjacentes forem precisos. Isto significa que os mais prósperos empenhos para traçar genes de <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/saude/doencas/">doenças</a> serão esses que estão baseados em diagnósticos de alta qualidade.</p>
<p>Informação absolutamente precisa tendo sobre a qual cães de determinada família são afetados, e em que estágio a doença é expressa, será fundamental para desvendar qualquer característica na genética canina.</p>
<p>Os médicos veterinários que se mantêm atualizados nas informações relativa a genética canina e biologia molecular tendo acesso facilitado a formas de referencias, particularmente sentirão o quão útil são as atualizações que consideram recentes avanços nos diagnósticos associados a terminologia molecular. Além disso, onde os diagnósticos baseados em testes genéticos já estão disponíveis, espera-se que o estudioso encontre um bom fundo relativo a sua aplicação, encorajamento para desenvolver e datar novos testes.</p>
<p>Assim, o contido neste artigo tem o objetivo de fornecer os dados necessários para o pesquisador incorporar a moderna genética de molecular na prática diária do atendimento e da criação de cães. Com a aplicação destes novos métodos teremos toda expectativa que a próxima geração de cães de puro sangue seja mais saudável e de vida mais longa que os antecessores, e que a próxima geração de proprietários de cães tenham até maior satisfação pelos seus animais de estimação serem mais saudáveis.<br />
<strong>Redação Portal da Cinofilia / São Paulo-SP</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Gestação canina e nascimento dos filhotes</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 17:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A gestação canina tem duração entre 57 a 62 dias. Esse é o tempo que o proprietário do cachorro terá para preparar devidamente o local onde a ‘futura mamãe’ irá procriar.  O local deverá ser forrado com folhas de jornal e o ninho recoberto com um pano quente e lavável (o nascimento do cão libera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dalmata-com-filhotes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1304" title="dalmata com filhotes" src="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/dalmata-com-filhotes.jpg" alt="" width="318" height="194" /></a>A gestação canina tem duração entre 57 a 62 dias. Esse é o tempo que o proprietário do cachorro terá para preparar devidamente o local onde a ‘futura mamãe’ irá procriar.  O local deverá ser forrado com folhas de jornal e o ninho recoberto com um pano quente e lavável (o nascimento do cão libera sangue da mãe), o ambiente deverá estar aquecido, principalmente para cães de porte pequeno a temperatura deverá ser de aproximadamente 27°C e durante as primeiras semanas não deixar baixar de 21°C.</p>
<p>É impossível saber se após o acasalamento a fêmea ficou prenhe. Isso só poderá ocorrer após a 5ª semana da gestação, mesmo um veterinário, por mais experiente que seja, não tem condições de detectar. Após cinco semanas é que será possível, apalpando a barriga da fêmea prenhe, sentir os fetos.</p>
<p>Devemos lembrar que a partir dos 30 dias de gestação, a ‘futura mamãe canina’ deverá receber uma ração com alto teor calórico e mais proteína. Deve-se também aumentar a quantidade de ração na alimentação.</p>
<p>Uma das rações recomendadas após os 30 dias de gestação é a ração para filhotes. Ela é composta de mais nutrientes, tem uma dose de cálcio maior, os componentes vitamínicos que montam a receita possuem maiores quantidades somados a alguns componentes extras, ao invés de se socorrerem com produtos veterinários, em se tratando muitas vezes, de produtos sem a qualidade natural.</p>
<p>Comida a base de muito amido, exemplo polenta, não deve ser oferecido em virtude de o cão ficar muito gordo e, com isso, dificultar a hora do nascimento dos filhotes.</p>
<p>É aconselhável que o cachorro gestante faça ‘pequenas caminhadas’, afim de fortalecer os músculos e estes exercícios facilitará o nascimento. É bom lembrar que após o desmame dos filhotes esses exercícios de caminhadas deverão ser retomados para fazer com que a plástica normal do animal, volte mais rapidamente não permitindo que se torne obesa.</p>
<p>Quando o cão atinge a sétima semana de gestação, a cria começa a se dirigir em direção ao nascimento, o que chamamos de: ‘encaixe’. Quando atinge o tempo do nascimento, o trabalha de parto começa e nascem um após outro até liberar a todos.</p>
<p>É normal que a fêmea por mais asseada que seja, tornarem-se aparentemente relaxadas nestes períodos. Nestas ocasiões, elas estão voltadas somente para o nascimento da cria. Caso algum filhote venha a nascer fraco e incapacitado de viver, é de hábito a fêmea abandonar o este cãozinho e concentrar sua atenção nos melhores. Caso o filhote morra, também poderá acontecer da ‘mamãe canina’ comer este animal para limpar seu ninho.</p>
<p>Todos os filhotes nascem envoltos em uma membrana que o protege do ventre materno durante a gravidez. No ato do nascimento a ‘mamãe canina’ rasga com os dentes, delicadamente esta membrana e ingere. Esta membrana irá fortalecer o colostro, primeira mamada dos filhotes. O nascimento dos filhotes ocorre em intervalos de até 2 horas. Caso este intervalo ultrapasse o período de 60 minutos, procure um auxílio de um médico veterinário.</p>
<p>Depois de a mãe ter retirado a membrana que envolve o filhote, a pessoa deverá pegar o pequeno cãozinho, colocá-lo entre as mãos – em sentido de oração – com a cabeça do filhote ultrapassando a altura dos dedos médios, levantando as mãos com o filhote em forma de sanduiche acima da cabeça e baixar com firmeza. Esse procedimento irá remover a água da membrana absorvida pelo pequeno cão, impedindo assim que o acúmulo de líquido respirado atinja os pulmões evitando a morte do filhote.</p>
<p>Existem alguns tipos de medicamentos que poderão ajudar a cachorra na hora do nascimento dos filhotes, sem que para isso se torne um parto tipo cesariano, mas esse tipo de atuação só poderá ser feito pelo veterinário.</p>
<p><strong>Confira o vídeo da &#8216;Mamãe da raça Dálmata&#8217; procriando. E não esqueça, pensou em assuntos e <a href="http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/noticias/">notícias</a> de cães lembrou do Portal da Cinofilia.</strong><br />
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<strong> </strong> </p>
<p><strong>Redação Portal da Cinofilia<br />
São Paulo/SP</strong></p>]]></content:encoded>
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